Dezenas de cidadãos moçambicanos ficaram numa situação de grande vulnerabilidade depois de várias casas terem sido incendiadas na região de Mamelodi, na África do Sul, durante uma série de ataques associados ao aumento das tensões em torno da imigração.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades moçambicanas, os incidentes ocorreram num contexto marcado por manifestações e por um ultimato anti-imigração lançado por alguns grupos locais, aumentando o clima de insegurança entre as comunidades estrangeiras.
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Muitas famílias foram obrigadas a abandonar as suas residências para escapar à violência, perdendo bens materiais e procurando abrigo em locais considerados mais seguros. Algumas vítimas relataram momentos de pânico ao verem as chamas destruírem as suas casas.
Entretanto, o Gabinete de Informação de Moçambique (Gabinfo) informou que está a acompanhar de perto a situação dos cidadãos afetados, prestando assistência e coordenando ações para garantir a sua proteção.
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Segundo as autoridades, decorrem igualmente preparativos para o repatriamento dos moçambicanos que pretendam regressar ao país, enquanto continuam os contactos com as entidades sul-africanas para acompanhar a evolução dos acontecimentos.
A situação tem gerado preocupação entre familiares e comunidades moçambicanas, numa altura em que aumentam os receios de novos episódios de violência contra cidadãos estrangeiros residentes na África do Sul.
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Até ao momento, as autoridades apelam à calma e recomendam que os moçambicanos sigam todas as orientações de segurança emitidas pelos serviços consulares e pelas forças de segurança locais, enquanto prosseguem os esforços para proteger as famílias afetadas.
FRASE FINAL DE DEBATE
Na sua opinião, que medidas devem ser tomadas para garantir a segurança dos moçambicanos que vivem e trabalham na África do Sul?

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